quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

6 anos de vida do meu miúdo - As Festas!

Já sabem o que eu gosto de preparar e concretizar as festas de aniversário dos miúdos cá de casa. E depois todos os momentos são bons para receber família e amigos mais próximos. Os mesmos de sempre que vão testemunhando os principais acontecimentos e que vão presenciado o crescimento deles. Gosto tanto disto.

O Afonso fez 6 anos no dia de São Valentim mas este ano decidimos não estragar a noitada ao pessoal e comemoramos com um lanche ajantarado no dia 15, sábado. Comecei a cozinhar na 5ª feira ao fim do dia e posso dizer que apesar do cansaço tremendo, foi tudo feito com muito prazer.


Os 6 anos foram comemorados com o tema do Homem Aranha e só mesmo um filho para nos levar a "mexer" em coisas que detestamos - eu o-d-e-i-o aranhas! Tive a casa quase uma semana cheia delas.


No dia 14, a festa na escola e a surpresa (presente de aniversário oferecido pela avó e madrinha), foi a visita do Palhaço Mix para umas horas de animação dentro da sala com todos os amigos. Foi divertido, diferente e resultou muito bem. 

As lembranças que o Afonso ofereceu aos amigos foram umas bolachinhas cobertas com pasta de açúcar e que me deram cabo da paciência a fazer, mas tarefa da qual  não desisti.












No dia seguinte a festa em casa:











Os bolos de aniversário como sempre obra da nossa querida Áurea da PinkStar Bolos.






Uma casa cheia!   :)




quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

As voltas da vida. Ou as voltas que a vida dá.

Sempre a girar ou a correr. Ela a vida. Nós corremos com ela ou às vezes corremos atrás dela.
 
Um dia estamos na mó de cima e no outro já estamos no tapete. Erguer custa mas faz-se. Umas pessoas ajudam outras atrapalham e outras são mera paisagem.
 
Depois há as que fazem de conta. Fazem de conta que ajudam. Fazem de conta que estão lá. Fazem de conta que entendem e que sentem por nós.
 
Às vezes também nos enrolam o tapete para cairmos. Mas para não serem tão evidentes colocam a mão por baixo. Parece que estão a ajudar a levantar, mas na realidade só estão a ver de perto para terem a certeza de que caímos e nos magoamos, pelo menos um bocadinho.
 
Mas um dia essas também caem. E nós não temos coragem de ir lá fazer o mesmo. Burras. Nós. As pessoas que têm sempre pena, mesmo quando nos ferem.
 
É esperar pelas voltas da vida ou pelas voltas que a vida dá. Pode ser que ela se encarregue de fazer a justiça que é preciso.
 
 

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Music in my head XXVIII



When the days are cold
And the cards all fold
And the saints we see
Are all made of gold

When your dreams all fail
And the ones we hail
Are the worst of all
And the blood's run stale

I want to hide the truth
I want to shelter you
But with the beast inside
There's nowhere we can hide

No matter what we breed
We still are made of greed
This is my kingdom come
This is my kingdom come

When you feel my heat
Look into my eyes
It's where my demons hide
It's where my demons hide
Don't get too close
It's dark inside
It's where my demons hide
It's where my demons hide

When the curtain's call
Is the last of all
When the lights fade out
All the sinners crawl

So they dug your grave
And the masquerade
Will come calling out
At the mess you made

Don't want to let you down
But I am hell bound
Though this is all for you
Don't wanna hide the truth

No matter what we breed
We still are made of greed
This is my kingdom come
This is my kingdom come

When you feel my heat
Look into my eyes
It's where my demons hide
It's where my demons hide
Don't get too close
It's dark inside
It's where my demons hide
It's where my demons hide

They say it's what you make
I say it's up to fate
It's woven in my soul
I need to let you go
Your eyes, they shine so bright
I want to save their light
I can't escape this now
Unless you show me how

When you feel my heat
Look into my eyes
It's where my demons hide
It's where my demons hide
Don't get too close
It's dark inside
It's where my demons hide
It's where my demons hide



[Estranhos] Recantos do amor.

Gosto quando tu chegas. Quando te revejo.
Gosto de matar saudades e de me deixar levar para os recantos do teu [estranho] amor.
 
Fico assim menina, meia perdida sem saber como te chegar, como te tocar, o que te dizer.
 
Preferia olhar-te de longe, para calcular distâncias e preparar os passos. Mas tu chegas sempre de rompante com esse teu [estranho] amor. Vens sempre com estratégias prontas a desarmar-me.
 
E eu? Vou-me rendendo a esse [estranho] amor.
 
Até quando?
 

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Primavera és tu?

Este tempo deixa-me quase inerte, tipo areia que só mexe se for remexida, ou se o vento der uma ajuda.

Estou cansada de chuva, e eu que até gosto um bocadinho de frio, também já estou fartinha dele.

Estes dias têm sido difíceis de passar com gente doente semana sim, semana sim, com crianças e adultos presos em casa sem poder respirar ar puro.

Mas tudo passa. E o mau tempo também há-de ir.

Estes são alguns sinais de que a bonança vem a caminho...