quinta-feira, 29 de novembro de 2012

E agora pá??

Então em 2013, ano da desgraça anunciada, em que vamos andar todos rotos e a pedir é que esta malta se lembra, toda, de cá vir!???????

Caramba. Ninguém merece.


ALICIA KEYS - 28 Junho 2013, Pavilhão Atlântico
 

 
 
 
 
Ai o caneco...

terça-feira, 27 de novembro de 2012

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Bipolar ou Dramaqueen

Já que tenho a fama também posso tirar o proveito...


Depois de um dia com pensamentos escuros, quase negros... haja música para me clarear a alma...


A dor e o raio que a parta.

Todos a saboreamos mais dia menos dia. A escala da dor é pessoal e intransmissivel. A mim dói-me o que a outro não. A ele dói-lhe de forma que a mim nunca doeu. Cada um tem a sua capacidade de suportar e conviver com a dor.

Dor de dentes. Dor de cabeça. Dor de barriga. Dor de costas. Dor de pernas. Dor de cotovelo. Dor de de parto. Dor de amor. Dor de perder uma mãe. Dor de perder um filho.

Dor. Dor. Dor. Dor. Dor. Dor. Dor. Dor. Dor. Dor. Dor. Dor. Dor. Dor. Dor. Dor.

Quando dizemos muitas vezes esta palavra ela parece que deixa de fazer sentido. Parece que se lhe perde o significado. Passa a ficar estranha. Quase que fica vazia. Quase. Porque depois dói. E volta a ter peso. Volta a ser e volta a acontecer dor.

Dissertar sobre os sentimentos ajuda a percebe-los e a interiorizá-los. (Se bem que num dia simplista eu diria apenas que os sentimentos se sentem e ponto.)

E a dor? A dor dói e ponto também. Cada uma à sua maneira. Cada uma se apodera da sua pessoa e usa-a da forma que a deixarem. Sacana. Necessária.

Há dores que vão à boleia na nossa vida por tempo indeterminado. É dificil (impossivel) dar-lhes ordem de despejo.

Alguém que me explique como se vive depois da perda de um filho.

Não quero explicações do senso comum. Não quero que me digam que a amiga da amiga passou pela dor e sobreviveu. Não quero que me digam que tudo passa. Isso já sei. Quero a verdade. Somente a verdade.

Não quero sentir. Não quero dor. Quero uma explicação só.

Este tema vomita todos os dias do meu pensamento e todos os dias tento fugir dele. Hoje não consegui mais.

(Para a Maria, que partiu e para os seus pais e irmão que ficaram com a dor de a ver partir.)

domingo, 25 de novembro de 2012

Encher o peito de ar e avançar.

Às vezes é preciso contar até 10, 20, 100. O medo de avançar, a falta de coragem para determinados passos ou simplesmente não querer sair da zona de conforto faz com que se aguente, aguente, aguente...

Há quem viva. Há quem sobreviva. Há quem aguente.

Até um dia.

Para já vai-se enchendo o peito de ar e avançando. Sempre a mesma fórmula, mas um dia a química muda.