terça-feira, 26 de novembro de 2013

Férias?

Sim, tenho uns dias de férias esta semana. Hoje foi um corre-corre entre burocracias. Filas e mais filas em serviços públicos.

Ganhei uma dor de cabeça daquelas mas valeu a pena, porque a causa é boa. Há sonhos a ganhar forma.

Tive direito a uma sesta forçada na hora do jantar, sem luz e sem barulho (ahahah) para ver se a desgraçada se ia sem ter que recorrer aos comprimidos. Antes ainda tomei um café. Sim, eu que DETESTO café. 10 colheres de açúcar e lá foi.

A fome chegou tarde, mas veio, o sono é que parece não querer vir, por isso, é meia noite e pouco e acabei de jantar: uma omolete mista no meio de um pão. Soube-me pela vida. Espero que o meu estômago se porte bem e não se faça de esquisito. Quer dizer... eu ainda lhe adocei o bico... é que foi preciso terminar com a última fatia de uma tal de pavlova que habitava o meu frigorífico. 
Foi-se. Já era. No silêncio da noite, soube ainda melhor...

E o café devia ser potente, estou aqui com pica para uma noitada.

domingo, 24 de novembro de 2013

Mais um ano, mais uma volta aos sonhos.

36 anos. Ainda há pouco tempo eu tinha bem menos e imaginava como seria quando tivesse 30! Parecia tudo tão distante. Tão difícil de alcançar, tão longe de concretizar. A alegria da juventude aliada à curiosidade de saber o que me traria o futuro, sempre foram uma alavanca, um motor impulsionador. 

Entretanto o tempo passou. A vida correu. Os momentos aconteceram. Um bocadinho de tudo porque isso é o que nos ajuda a crescer. Isso é que nos torna fortes e capazes de continuar o caminho.

Ontem foi o meu 36º aniversário. A minha mãe fez 72. Alcancei a idade que ela tinha quando me teve. Calhei-lhe em sorte de presente de aniversário. Um orgulho, confesso. Ter nascido no seu aniversário e tê-la como mãe.

Em cada ano que comemoro, sinto uma esperança renovada nas minhas capacidades. Este ano um bocadinho mais. Há planos mais audazes, metas a atingir e sonhos para realizar com mais certezas.

Mais um ano que começa e que me impele a pedir por saúde para mim e para os meus. E para os amigos que me acompanham em cada percurso que faço. 

A minha lista era esta. Disse que ia fazer uma lista de presentes mas não cheguei a escreve-la. 

Este ano era a mais fácil e simples de todos os anos: Saúde e a presença dos meus. 

Que seja assim todo o ano novo que agora começa e se possível, sempre.











segunda-feira, 18 de novembro de 2013

A vida tal como a sonhamos.

Em crianças sonhamos com o dia em que vamos ser crescidos e podemos fazer e acontecer. Sonhamos com uma profissão, com uma casa, com filhos, com um carro, com amizades de uma vida inteira, com um grande amor...

Conquistamos alguns, outros não. A piada está mesmo aí. Ir conquistando. Aos poucos. Dia após dia, ano após ano.

A mim sabe-me pela vida olha para trás e ver o caminho que já fiz. Planos? Muitos. Sonhos? Ainda mais.

A vida encarrega-se de ir fazendo os ajustes. De ir limando arestas e suavizando as curvas. As pedras também lá estão. Às vezes, pontapeiam-se outras vezes contornam-se, outras ainda juntam-se para o que for preciso.

Os sonhos inflamam as nossas vontades, a nossa coragem.

Sonhar dá-nos livre trânsito para ser, fazer e acontecer.  Haja vontade e Fé.


Follow your dreams #words

sábado, 9 de novembro de 2013

A história por trás de uma gastrite.

O raio de uma maleita que me deixou K.O. 

Depois de uma semana e meia super constipada e que fez tomar quase duas caixas de um antigripal, as melhoras chegaram e eu comemorei comendo uma cachorro com molho de francesinha. Big mistake. O meu estômago estava super sensivel e não aguentou a dose.

O meu estado de ansiedade também não colaborou, foi uma semana de algumas decisões e nervoso miudinho e isso também ajudou à festa.

Quinta-feira tive o meu pior dia. Para além das dores de estômago  vieram umas dores de cabeça assim para lá de loucas que me deixaram de rastos. Obviamente não podia tomar nada para aliviá-las por causa da gastrite. Foi chegar a casa, vestir o pijama, enfiar-me na cama e no escuro do quarto, com a minha Lisa a aquecer-me os pés e deixar que o sono tratasse do resto.

Correu-me bem. Não voltei a ter dores até ontem depois do almoço. Deixei a minha colega V. sozinha entregue à bicharada no gabinete (no Natal compenso-te) e voei com o objectivo de ir ao Centro de Saúde. Já sabia que a minha médica só tinha trabalhado de manhã, por isso teria que me sujeitar a uma vaga (ou não) no médico de recurso.

Pelo caminho decidi (erradamente) que esperar, por esperar, mais valia ir logo ao hospital pois lá teria acesso a exames e a uma consulta mais especializada. 

Mas o meu Karma é poderoso e eu devia ser a única alma neste país que não se lembrou da greve. 

Quando lá cheguei e depois de fazer a minha inscrição é que me apercebi do que me esperava.

Quando fui vista pela enfermeira da triagem estava desesperada com dores e isso até foi bom porque assim ignorei o ar de trombas com que fui atendida. Mais valia a senhora enfermeira ter feito greve. 

Levei uma pulseira verde e aí quase desatei a chorar. 

Atrás de mim veio uma senhora cigana cujo marido já tinha feito algum barulho na entrada e que também ela ostentava pulseira verde. (Olhem desculpem ter mencionado o facto da senhora ser cigana mas a minha fúria não me deixa ser racional)

Lá dentro na espera para o médico estava instalada a confusão. Sala cheia, quente com todas as cadeiras ocupadas e gente de pé a esperar e a desesperar como se quer.

As pessoas eram chamadas às pinguinhas daquelas bem pequenas. Às tantas a revolta começa a instalar-se e começo a perceber pelo discurso de algumas pessoas que ainda estava lá gente que entrou da parte da manhã. Whatiii? 

À medida que o tempo passa a minha dor também se foi. Às tantas eu já só pensava no que estava ali a fazer, a lembrar-me que não tinha sopa para o jantar dos miúdos e só os 20€ da taxa moderadora ainda me agarravam à cadeira de que entretanto me apoderei.

A senhora cigana foi chamada primeiro do que eu e do que outras pulseiras verdes que lá estavam. Estão a ver a serenidade que se instalou, certo?

Reclamações, vozes alteradas e descontentes. E pessoas realmente a precisar de ser atendidas como era o caso da minha companheira de cadeira, uma senhora brasileira já de idade, que chorou o tempo todo com uma dor na coluna e que dizia baixinho que já não aguentava mais. 

O pico alto foi quando uma jovem saiu do gabinete médico, já atendida e se dirigiu à enfermeira da triagem e lhe agradeceu pelas 2 horas de espera que passou. Gritou-lhe "que o médico lá dentro mandou-me vir aqui dizer-lhe que uma asmática não pode estar tanto tempo à espera para ser atendida!"

Eu bem disse que era melhor a enfermeira ter feito greve.

Para mim chegou. A minha dor não voltou e pouco antes das 18h desertei. Cedi o meu lugar e fui pagar a conta. Os 20.60€ que mais me custaram esbanjar nos últimos tempos.

Corri para o hipermercado, fiz as compras e corri novamente para casa para fazer o jantar e a sopa.

É que até para estar doente uma mãe precisa de tempo e condições.

O que é certo é que a dor só voltou hoje ligeira e fácil de suportar após o almoço. Acho que estou a melhorar, continuamos na dieta e com o omeprazol e torcemos para que seja rápido. 

Este São Martinho fica em standby até um dia destes. Há coisas piores, certo?

[Um muito obrigada a todos e a todas que me encheram de mimos, sim?]


Foto: Dia de greve. Isto vai dar pra tarde. Vamos ver se nao desisto antes...

domingo, 3 de novembro de 2013

Halloween encerrado e agora venha o Natal!

Hoje para encerrar o tema "Halloween" fez-se Mousse de Oreos com minhocas a passear! Nem é preciso dizer que eles adoraram, não é? 

Aprendi coisas fantásticas e vi ideias maravilhosas, neste grupo. Foi ele o culpado deste meu entusiasmo pelas comemorações deste dia. E quem "lucrou" com isto? Os miúdos claro. Acima de tudo foi muito divertido.





Uma coisa é certa: Para o ano há mais!

sábado, 2 de novembro de 2013

Faltam 20 dias!

Normalmente na véspera do meu aniversário fazemos cá em casa a Árvore de Natal. Pelos vistos já tenho um seguidor à altura. O miúdo começou hoje a pedir para montarmos o Pinheiro. 

Fazer o quê? Quem sai aos seus...!

Lá se mentalizou que ainda temos a casa decorada de Halloween e o Natal vai ter que esperar!

[Mas eu confesso que por mim também já tratávamos desse assunto]